Por Andrea Duarte - 9 de junho de 2010
Doe que não dói
Gabriel era filho de um amigo e cliente. Ele teve leucemia e antes que estivesse apto para receber um transplante de medula, infelizmente, faleceu.
E foi nesse contexto que tive meu primeiro contato com a leucemia e sobre os doadores de medula.
Todos estávamos engajados para conseguir doadores compatíveis. A primeira coisa a se fazer foi a divulgação. E mesmo depois de seu falecimento a campanha não teve seu fim, pois a dificuldade de se encontrar um doador compatível é muito grande e ainda tem muita gente que pode sobreviver com uma doação.
O segundo contato foi com o filme “Sete Vidas” estrelado por Will Smith. O filme mostra a personagem de Will doando a medula de forma dolorosa e dramática.
A dramaticidade do filme foi colocada para que os espectadores se envolvessem mais com a personagem e toda a sua dedicação para salvar 7 vidas, mesmo que para isso ele passasse por uma experiência dolorosa ou pela própria morte. Mas o que os responsáveis pelo filme não perceberam, foi que um filme desse porte assistido por milhões de espectadores e possíveis doadores reduziu ainda mais a esperança dos que precisam. E de uma forma mentirosa, pois a doação não dói.
Por isso, o nome da campanha, pensada pelo profissional Tocco: “Doe que não Dói” e divulgada por panfletos, site, banners e, principalmente, no boca à boca.
Pois doar não dói.
O meu terceiro contato foi a experiência de ir até um Hemocentro Santa Casa de Misericórdia, para me cadastrar e ser uma futura doadora.
É muito simples: é só você preencher uma ficha e retirar uma amostra de sangue. Posteriormente, se houver uma pessoa compatível com sua medula, entrarão em contato com você para que possa reafirmar a sua doação.
Confirmando a sua posição sobre doar, você será acompanhado por um especialista que informará um dos dois métodos possíveis de doação.
Sobre a dor, os dois métodos são indolores com você sentindo apenas um incômodo. Em um método, você sentirá no dia seguinte seu corpo dolorido como uma gripe forte e no outro você ficará 3 dias sentindo como se tivesse tomado uma injeção no local.
Por isso, não espere ter alguém que conheça para salvar uma vida, “Doe que não Dói”.
Por Andrea Duarte - 25 de maio de 2010
Cheiro de comida de mãe
Sempre que encontro um de meus Clientes para alguma reunião de trabalho, terminamos no Biu. Estrategicamente a reunião é sempre de manhã.
O Bar do Biu é um restaurante meio botequinho, meio salão de almoço de alguma pensão, onde a comida é servida em compotas de barros incluindo um nostálgico cheiro caseiro. Até parece que sua mãe está na cozinha, coladinha com as mesas, fazendo o almoço.
O atendimento é humilde, como também a sua decoração. A nostalgia não vem só do cheiro, vem também de alguns objetos como duas geladeiras tão antigas que me perguntei se elas não gastam uma fortuna em energia. Não tive resposta, mas se elas não existissem o ambiente não seria o mesmo. Aproveitando a decoração a empresa da cerveja Original deixou no restaurante uma geladeira completamente retrô. Assim, ao abastecer a nova geladeira, ela não iria atrapalhar ambiente tão nostálgico!
Mas como tudo e todos tem seus defeitos em uma das paredes você encontra camisetas do Corinthians, arg!… à venda. E o pior que elas são bonitas e também completam o ambiente pois os modelos são de várias décadas.
A entrada é um bar, não, um boteco, como mencionado anteriormente. Um dia encontrei um pinguço, estava feliz com sua bebidinha, daquelas que são servidas em copinhos pequenos e transparentes e que de um gole só ela é arrematada.
O Biu, dono do restaurante é um artista e você encontra sua arte espalhada nas paredes do Bar. E hoje encontrei-o fazendo uma de suas artes.
Hoje, em especial resolvemos começar a reunião lá no Biu e o legal é que além de ser o meu Cliente e aproveitar o bar, começamos uma grande parceria.
Por Andrea Duarte - 7 de maio de 2010
Pessoas vêm e pessoas vão.
O bom da Vida é que pessoas vêm e pessoas vão… No momento do vir percebemos que a bagagem é completamente diferente da nossa e é isso que faz toda a diferença pois descobrimos um novo mundo em apenas uma pessoa.
A convivência faz a gente crescer, inventar e até mudar de atitudes, traz um relacionamento. E como todos sabem, o relacionamento quando é sadio, sendo de pai para filho, de irmão com irmão, entre amigos, namorados e casais, faz da gente uma pessoa melhor. O que não é diferente do relacionamento profissional.
O Tiago vai fazer falta aqui no escritório como profissional, mas ele deixou uma lembrança, a sua bagagem. E em contrapartida, também levou a nossa.
Tiago, a equipe da Vida Design e Tecnologia espera que você encontre o que almeja em seus novos desafios profissionais e seja feliz.
Por Andrea Duarte - 23 de abril de 2010
Acho que vi um gatinho!
Já é quarta-feira, 21 de abril – feriado – e ainda não veio uma idéia que me agrade para um novo projeto.
Planejei para esse dia acordar cedo para ir ao escritório. Com o silêncio que provavelmente existiria no escritório num dia de feriado, talvez, surja uma idéia.
No meio do caminho, ao virar em uma esquina, em velocidade reduzida por causa de uma lombada, vejo um filhotinho de gato cinza sentado olhando para a rua.
Fiz a coisa errada: abri a porta para fazer um carinho.
Quando me dei conta, a veterinária estava me dando instruções de como cuidar de um gatinho todo pulguento mas com olhos azuis de feiticeiro.
A manhã havia acabado e eu ainda não tinha aparecido no escritório.
O gatinho estava nesse momento tomando soro, pois estava muito fraco e eu estava sentado ao seu lado, pensando na besteira que havia feito, pois agora esse gatinho era de minha responsabilidade. Os minutos passavam em horas. De repente, eis que uma idéia veio à minha mente. Agora só bastava conseguir chegar ao escritório e passar a idéia para o micro.
Ao final do dia o gatinho já tinha acomodações, comida e, … um LAR? É melhor não falarmos de lar agora.
À noite, em casa, depois de um dia de feriado, dividida entre cuidar de um gatinho e a preocupação em fazer a criação de um projeto, sentia que meu trabalho estava cumprido. Pois no sofá, a criação que havia pensado no meio do dia fluía para dentro do meu Macbook. E aquele gatinho de olhos azuis e feiticeiro passou a se chamar Gato Felix.
Por Vida Design e Tecnologia - 19 de abril de 2010
O que é Vida?
Vida é ouvir um bom som na Sala dos Professores na Rádio Eldorado;
Vida é comemorar a páscoa não só comendo chocolate mas apreciando o trabalho de Andy Warhol, Mr. America;
Vida é Harry Potter mas também é “E o vento levou”
Vida é comer num restaurante, como o Ristorante Magari, que te oferece um background dos quadros de Gustavo Rosa;
Vida é fazer o que gosta mas com criatividade;
Vida é Design e Tecnologia.
E para que covê entenda o que é Vida acompanhe nossos textos e Viva!








