Por Andrea Duarte - 12 de julho de 2010
APAF/SP Uma instituição que acredita na educação
Eu sempre acreditei que para diminuir a pobreza no Brasil, seria preciso investir muito mais na educação.
Com educação as pessoas terão mais consciência:
- Não jogarão lixo na rua. Isso vai fazer com que dimininua o entupimento de esgotos, e numa chuva muito forte a água escorrerá mais facilmente;
- Não andarão descalços em alagamento. Pois apesar de não ter bueiros entupidos, ainda haverá muita água em meio a todo o concreto e asfalto que é a cidade de São Paulo. Portanto, diminuirá as doenças e as filas em postos de saúde.
- Não deixarão água empoçadas, após uma chuva. E assim haverá menos casos de dengue. Por consequência, menos dinheiro gastos em campanhas de saúde;
- Levarão a educação a sério, uma vez que o exemplo viria de dentro de casa. Com isso haverá mais pessoas aptas entrando no mercado de trabalho, e no fluxo natural das coisas, um aumento considerável de empreendedores.
- Mais pessoas terão discernimento para a escolha do próximo representante político, sendo ele prefeito, governador, presidente, etc.
- Com educação, crianças e adolescentes terão acesso e concientização da responsabilidade que é ter um bebê muito cedo.
E é por isso que confio no trabalho da APAF/SP, Associação Paulista de Apoio à Família, organização sem fins lucrativos que reconhece a importância da educação.
“Em fevereiro de 2006 a APAF criou o “ESPAÇO ILUMINAR” onde são desenvolvidas ações voltadas à inclusão de mulheres em situação de risco social.
Essa inserção é feita com um trabalho de reconstrução da dignidade e promoção da auto-estima. Por desempenharem um papel importante em suas famílias e na sociedade, a APAF acredita que essas mulheres podem ajudar a criar um novo modelo de educação para as gerações futuras, baseado no conhecimento e na geração de renda.”(site ESPAÇO ILUMINAR)
A Vida Design e Tecnologia é parceira dessa instituição e convida você para ser também. Entre no site e conheça os projetos da APAF/SP.
O site da APAF/SP foi criado e desenvolvido por Vida Design e Tecnologia. Conheça o processo de desenvolvimento.
Por Andrea Duarte - 9 de junho de 2010
Doe que não dói
Gabriel era filho de um amigo e cliente. Ele teve leucemia e antes que estivesse apto para receber um transplante de medula, infelizmente, faleceu.
E foi nesse contexto que tive meu primeiro contato com a leucemia e sobre os doadores de medula.
Todos estávamos engajados para conseguir doadores compatíveis. A primeira coisa a se fazer foi a divulgação. E mesmo depois de seu falecimento a campanha não teve seu fim, pois a dificuldade de se encontrar um doador compatível é muito grande e ainda tem muita gente que pode sobreviver com uma doação.
O segundo contato foi com o filme “Sete Vidas” estrelado por Will Smith. O filme mostra a personagem de Will doando a medula de forma dolorosa e dramática.
A dramaticidade do filme foi colocada para que os espectadores se envolvessem mais com a personagem e toda a sua dedicação para salvar 7 vidas, mesmo que para isso ele passasse por uma experiência dolorosa ou pela própria morte. Mas o que os responsáveis pelo filme não perceberam, foi que um filme desse porte assistido por milhões de espectadores e possíveis doadores reduziu ainda mais a esperança dos que precisam. E de uma forma mentirosa, pois a doação não dói.
Por isso, o nome da campanha, pensada pelo profissional Tocco: “Doe que não Dói” e divulgada por panfletos, site, banners e, principalmente, no boca à boca.
Pois doar não dói.
O meu terceiro contato foi a experiência de ir até um Hemocentro Santa Casa de Misericórdia, para me cadastrar e ser uma futura doadora.
É muito simples: é só você preencher uma ficha e retirar uma amostra de sangue. Posteriormente, se houver uma pessoa compatível com sua medula, entrarão em contato com você para que possa reafirmar a sua doação.
Confirmando a sua posição sobre doar, você será acompanhado por um especialista que informará um dos dois métodos possíveis de doação.
Sobre a dor, os dois métodos são indolores com você sentindo apenas um incômodo. Em um método, você sentirá no dia seguinte seu corpo dolorido como uma gripe forte e no outro você ficará 3 dias sentindo como se tivesse tomado uma injeção no local.
Por isso, não espere ter alguém que conheça para salvar uma vida, “Doe que não Dói”.





